A adaptação escolar, por Gabriella Brandão

O primeiro dia na escola é sempre bem difícil. Não é a toa que encontramos vários textos, vídeos e até mesmo livros sobre o assunto. A minha experiência com a adaptação das crianças na escola foi bem tranqüila. A Luisa foi para a escola com 1 ano e meio, ficava um período de 3 horas na escolinha. Era uma escola que eu gostava muito e tinha total confiança. A Luisa não teve dificuldade em se adaptar, não me lembro de traumas ou choradeiras sem fim. Ela já fazia uma atividade 1 vez por semana nessa escola e isso ajudou muito porque ela já estava completamente ambientada. A Luisa me deu trabalho quando o Antonio Pedro nasceu porque ela não queria mais ir à escola, para ficar comigo e o bebê em casa. Essa fase foi mais difícil até porque eu estava insegura, me sentindo culpada pelo segundo filho e ela acabava se aproveitando da situação. O que ajudou e muito nesse momento foi levar para a escola um brinquedo que a Luisa gostava muito e nesse caso foi o Barney que ela era alucinada por ele.

O Antonio Pedro foi para a escola com 1 ano certinho, ele fez um ano em janeiro e em fevereiro já estava na escola. Ele foi para a mesma escola da Luisa e isso ajudou muito! A Luisa adorava procurar o irmão para paparicar e quando ele chorava levavam ele para ver a Luisa. A adaptação dele correu super bem! O Pepe sempre foi mais independente e isso ajudou muito.

Dicas rápidas e úteis para a adaptação escolar do seu filho:

1. Nunca minta para seu filho

2. Não saia da escola sem se despedir dele, mesmo que a despedida seja difícil, não saia escondido

3. Um pouco antes da criança entrar na escola estimule a independência da criança. Quanto mais autonomia a criança tiver melhor ainda

4. Os pais precisam estar seguros do que estão fazendo porque isso ajuda muito a criança na adaptação da escola. Pais seguros, crianças felizes!

5. Mantenha um relacionamento muito próximo com a escola e os profissionais que estão no dia a dia com seu filho

6. Fique atento ao choro do seu filho para identificar se é um choro manipulador ou se realmente tem algum “sofrimento” no choro.

 

Gabriella Brandão

www.dicaspaisefilhos.com.br


Deixe seu comentário